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Inflexibilidade da Liberty em assegurar os direitos dos trabalhadores
17 Mar 2020
Inflexibilidade da Liberty em assegurar os direitos dos trabalhadores
Inflexibilidade da Liberty em assegurar os direitos dos trabalhadores

Decorridas três rondas negociais no âmbito da fase de negociações e informações com a participação da DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho), a INFLEXIBILIDADE DA LIBERTY SEGUROS tem sido a responsável por ainda não se ter obtido um acordo entre as partes.

INFLEXIBILIDADE em não aceitar uma proposta de Aditamento ao Contrato de Trabalho para Prestação de Trabalho em Regime de Teletrabalho, nem pretender encontrar soluções que garantam a segurança aos trabalhadores(as) envolvidos os direitos fundamentais, nomeadamente a garantia do posto de trabalho após a cessação do regime de teletrabalho e que estes não serão despedidos quando terminar a prestação do teletrabalho.

INFLEXIBILIDADE em não aceitar que trabalhadores(as) visados pelo despedimento coletivo possam ocupar postos de trabalho permanentes noutras áreas da empresa, nomeadamente administrativas, cujas funções têm vindo a ser desempenhadas por trabalhadores(as) em regime de trabalho temporário ou outsourcing.

INFLEXIBILIDADE em não aceitar que seja aplicado aos 25 trabalhadores(as) integrantes da lista, e sem qualquer medida alternativa ao despedimento, o regime de teletrabalho, nomeadamente aos Assistentes de Zona ou aos Gestores de Zona, após a devida requalificação profissional.

A este propósito, há que afirmar claramente que a INFLEXIBILIDADE DA LIBERTY SEGUROS nesta matéria contraria o facto de a empresa ter colocado todos os seus trabalhadores(as) em regime de teletrabalho, no âmbito das medidas de contingência face à evolução da pandemia do COVID-19.

Consequentemente, não há qualquer argumento sustentável que impeça a Companhia de aplicar o regime de teletrabalho aos 25 trabalhadores(as) acima mencionados, sendo essa uma das propostas desde sempre em cima da mesa pelos Sindicatos.

INFLEXIBILIDADE em persistir na sua intenção de condicionar a continuidade destes trabalhadores(as) na empresa à sua deslocalização para o Centro de Serviços em Lisboa, sem que lhes sejam garantidas contrapartidas financeiras que permitam a sua mudança e do seu agregado familiar em condições minimamente aceitáveis.

INFLEXIBILIDADE em encontrar soluções concretas para os trabalhadores(as) em situação de gravidez, licença parental ou aqueles que possam vir a ser enquadrados em regime de pré-reforma.

Os três Sindicatos (SINAPSA, SISEP e STAS) reclamam à LIBERTY SEGUROS que saia da sua posição inflexível e, através de um diálogo sério, encontre soluções que permitam a efectiva manutenção dos postos de trabalho e dos vínculos contratuais.

No dia 19 de Março está agendada a próxima reunião negocial. 


COMUNICADO - MARÇO 2020

 
 
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