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No aos despedimentos encapotados
08 Jun 2017
No aos despedimentos encapotados
No aos despedimentos encapotados

O Código do Trabalho, no seu Artigo 359.º, refere que 5 rescisões de contratos em 3 meses enquadram um despedimento colectivo.

As rescisões, bem como as pré-reformas, são medidas a accionar após a declaração do despedimento colectivo, no sentido de minorar as consequências nefastas provocadas pelo despedimento.

A força que o poder económico tem nos órgãos do poder leva-o, como é o caso, a torpedear a Lei.

Daí, considerarmos que, exigir o cumprimento da mesma, é o melhor caminho para defender os trabalhadores.

A SEGURADORAS UNIDAS, S.A. e o seu accionista APOLLO, sabem que os despedimentos colectivos só podem ser activados quando as empresas atravessam problemas de viabilidade económica, o que não é o caso.

Com a aquisição da AÇOREANA, a SEGURADORAS UNIDAS, S.A. quase DUPLICOU a carteira de Prémios, passando de 341 para 623 milhões de euros/ano.

O que a SEGURADORAS UNIDAS, S.A. e o seu accionista AMBICIONAM é o máximo de lucro no mínimo de tempo possível.

A evolução tecnológica permite criar automatismos para centralizar e simplificar o trabalho, mas são necessários trabalhadores para concretizarem as tarefas, pois os computadores sozinhos não as resolvem.  

Algum trabalhador, nas recentes Avaliações, viu reduzido o seu objectivo anual de tarefas?

A empresa não tem condições para dispensar 30% dos seus efectivos em dois anos.

E se o processo de despedimento colectivo encapotado de "rescisões amigáveis" fosse em frente, sairiam mal os que rescindissem, pelas penalizações que sofreriam nas reformas antecipadas, e os que ficassem trabalhariam por dois.

NÃO EXISTEM RAZÕES LEGAIS NEM ECONÓMICAS PARA O DESPEDIMENTO COLECTIVO!

Estamos convictos que as pretensões da empresa vão ser inviabilizadas pelo Ministério do Trabalho, mas para isso é fundamental os trabalhadores manterem-se unidos, serem solidários. Isolados ficam mais fragilizados e indefesos.

PODEM CONTAR SEMPRE COM O SINAPSA!


COMUNICADO N.º 27 - JUNHO 2017

 
 
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