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O banco liderado por Faria de Oliveira conseguiu, em 2011, um regime de excepção. Este ano, a CGD está obrigada a cumprir a lei do Orçamento do Estado.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD), cuja administração conseguiu em 2011 evitar os cortes salariais, recorrendo a uma excepção semelhante à da TAP e reduzindo os subsídios de férias e de Natal, já avisou os trabalhadores que este ano não há forma de evitar as determinações do Orçamento do Estado. Os sindicatos responderam que poderão marcar greves para contestar a decisão e anunciaram que irão avançar para a via judicial, seja em Portugal, seja nas instituições europeias.
Considerando o corte nos subsídios como "um roubo", a Comissão de Trabalhadores do grupo CGD e vários sindicatos (STEC, FEBASE, SINAPSA e SINTAF) dizem que os colaboradores das empresas do grupo estatal "não constituem um encargo para Orçamento do Estado e, tal como os administradores, estão em regime de concorrência de mercado, facto já assumido pelo Governo no Estatuto do Gestor Público".
Diário Económico - 20.01.2012
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